quarta-feira, 6 de julho de 2011

Morra de rir com esse vídeo!

http://www.youtube.com/watch_popup?v=EVwlMVYqMu4&vq=medium#t=125

Ibama descobre fraude em pesca de tubarões no litoral do Pará

Barbatanas apreendidas pelo Ibama


Empresa declarava espécies diferentes das que eram realmente retiradas do mar. Prática é crime ambiental grave.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) comprovou fraude na pesca de barbatanas de tubarão no litoral do Pará. Segundo o órgão, a empresa Sigel do Brasil, principal responsável pela pesca na região, declarava espécies diferentes das quais eram realmente retiradas do litoral. A prática é crime ambiental grave, com prisão dos envolvidos e multa.

Segundo análise de DNA de 152 amostras de barbatanas colhidas pelo órgão, em 31% delas a espécie não era aquela declarada na documentação apresentada pela Sigel do Brasil.

O órgão afirma que esse índice é muito alto, já que a legislação ambiental determina que todas as espécies pescadas sejam registradas como tal para não colocar em risco os animais ameaçados de extinção.

Pelas informações do Ibama, a empresa registrava a pesca do tubarão azul, a espécie mais abundante na costa brasileira, mas recolhia diversas outras, ameaçadas. Ao todo, foram colhidas 350 amostras de barbatanas de tubarão. Todas serão analisadas pelos técnicos da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp-Botucatu).

Em maio do ano passado, o Ibama apreendeu 3,3 toneladas de barbatanas de tubarão da Sigel do Brasil. A apreensão do material ocorreu porque a empresa não comprovou o destino das carcaças do tubarão. A prática do "finning" (quando o pescador retira a barbatana do tubarão e descarta o restante do animal no mar) é proibida. Na tarde desta terça-feira, a reportagem do IG tentou contato com a Sigel do Brasil, mas foi informada de que nenhum representante da empresa estava no local.

A barbatana de tubarão é destinada principalmente aos mercados asiáticos. Em todo o mundo, entre 70 e 100 milhões de tubarões são abatidos. A barbatana de tubarão é utilizada na China principalmente por possíveis efeitos afrodisíacos, em sopas muito populares entre as famílias mais ricas do País.

sábado, 2 de julho de 2011

Núcleo Serra Grande: Um iniciativa real e viva para a preservação da Mata Atlântica!

Criado e mantido pelo Dr. Rodrigo de Souza Cansado, o Núcleo Serra Grande de reprodução em cativeiro de Lachesis Muta rhombeata (autorizado pelo IBAMA): pelas últimas Surucucús da Mata Atlântica é uma iniciativa científica inédita e interessante.
O Dr. Rodrigo mora hoje em Belo Horizonte e realiza em sua propriedade encravada no que resta ainda da mata Atlântica em Serra Grande, município de Uruçuca, próximo a Itacaré, uma criação em cativeiro de surucucús, uma das espécies de serpentes mais exóticas, a qual tem a Mata Atlântica como habitat.
As serpentes desse gênero geradas no NSG, são introduzidas na Mata Atlântica. Esta espécie está ameaçada de extinção devido a diminuição das áreas de florestas da Mata.
Vale a pena conferir: http://lachesisbrasil.blogspot.com/

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

CONHEÇA E PARTICIPE DO WIKIAVES


O WikiAves é um site que foi criado por um analista mineiro em suas horas vagas e agora pode virar o maior programa de monitoramento voluntário de aves da américa do sul.

O site funciona no mesmo espírito colaborativo do WikiPédia a enciclopédia virtual escrita por voluntários. Mas no WikiAves só entram verbetes sobre bichos penosos e com asas. Os colaboradores, que precisam se registrar, podem compartilhar a foto que fizeram de um pássaro, complementar informações sobre hábitos e ocorrência de uma espécie e até mandar a gravação do canto de uma ave.

A idéia foi do analista de sistemas mineiro Reinaldo Cézar de Oliveira Guedes, de 30 anos. Em 2005 ele e um colega de trabalho compraram o mesmo modelo de câmera fotográfica e começaram a disputar quem tirava fotos melhores. O amigo dono de um sítio, aparecia toda segunda-feira com belas fotos de aves. De sua casa Guedes só podia registrar corujas. Para não ficar atrás, ele usou a experiência profissional para criar um site que funcionasse como base de dados. "Era muito difícil encontrar no mesmo lugar da internet a imagem da espécie e a informação sobre seus hábitos", diz. Em dezembro de 2008 ele colocou no ar o WikiAves. Na semana passada o site chegou à primeira posição no ranking que avalia os sites sobre aves mais visitados do mundo.

sábado, 21 de agosto de 2010

VELEJADORA DE 14 ANOS VAI DAR A VOLTA AO MUNDO!


A adolescente holandesa Laura Dekker, de 14 anos, iniciou neste sábado uma volta ao mundo sozinha em um veleiro após partir de Portugal rumo às ilhas Canárias.

Assim que chegar ao arquipélago, ela esperará até o fim da temporada de furacões antes de adentrar no Oceano Atlântico, explicou a agência de notícias holandesa ANP.

O roteiro de Laura inclui o Panamá, as ilhas Galápagos, a Polinésia Francesa e a Austrália, antes de retornar à Holanda.

Seu objetivo é se tornar a pessoa mais jovem do mundo a fazer sozinha uma viagem dessas características.

Até agora, o recorde era da australiana Jessica Watson, que fez a mesma façanha dois dias antes de completar 17 anos.

Os planos de Laura atrasaram porque um tribunal holandês impediu sua partida há um ano por considerar a expedição perigosa demais à menina. O tribunal retirou parcialmente a custódia de seu pai, quem havia autorizado a viagem da filha.

A Justiça revisou o caso e, em 27 de julho, suspendeu a decisão ao considerar que Laura já estava apta para iniciar a viagem, após um ano de preparação e treinamento.

PORQUE AS BALEIAS ENCALHAM?

Grupo de baleias piloto encalhadas em Karikari, Nova Zelândia:
desorientação do líder

A notícia de que um grupo de baleias piloto tinha encalhado em uma praia da Nova Zelândia chamou a atenção pelos números: 73 animais, dos quais 58 já morreram. A tragédia, que mobilizou muitos voluntários, traz a pergunta: o que faz uma baleia encalhar, sozinha ou em grupo?

Existem vários motivos para uma baleia encalhar, segundo o veterinário Milton Marcondes, coordenador de pesquisa do Instituto Baleia Jubarte. Na maior parte dos casos (cerca de 80%), o animal morre no mar, relativamente perto da praia, e a corrente marítima se encarrega de levar seu corpo à areia.

Se ele chega à terra vivo, a questão é mais complicada. “A baleia pode estar doente e ter se deixado levar pela corrente, ou ter sido presa por uma rede de pesca, atropelada por uma embarcação. O animal pode ainda estar com algum problema auditivo ou neurológico que prejudique seu sistema de orientação,” explica Marcondes. “Quando um filhote se separa da mãe, e encalha na praia, a situação é mais dramática, porque ele não tem como sobreviver sem ela,” diz.

Encalhes em massa
Quando dois ou mais animais (sem ser mãe e filhote) encalham juntos, acontece o chamado encalhe em massa, como o da Nova Zelândia. Eles só ocorrem em espécies que vivem em bando, como golfinhos e baleias piloto.

Nesses casos, o animal líder se desorienta ou fica doente e leva todo o grupo com ele. “Antigamente, quando não se sabia que havia esse líder, dizia-se que a baleia ‘cometia suicídio’ – o animal era levado ao alto mar e acabava voltando à praia. Hoje se sabe que elas voltam chamadas por ele,” conta Marcondes. E é difícil descobrir qual baleia lidera o grupo e o que está errado com ela.

Alguns lugares são mais propícios ao encalhe que outros. Litorais muito recortados, como o de Cape Cod, nos Estados Unidos, e praias com declives suaves tendem a confundir as baleias, cujo sonar não identifica onde o mar começa a ficar raso demais.

Uma hipótese controversa tenta explicar a freqüência de encalhes em lugares como a Nova Zelândia. Ela diz que os cetáceos se orientam pelo campo magnético terrestre, e onde suas linhas convergem e sofrem distorções, as baleias se confundem mais facilmente. As praias neozelandesas seriam um destes lugares.

No Brasil
Nesta segunda-feira (23), o Centro Nacional de Pesquisa, Conservação e Manejo de Mamíferos Aquáticos do governo federal reunirá mais de 30 instituições para formar uma Rede de Encalhe de Mamíferos Aquáticos da Região Sudeste para trocar informações sobre encalhes de baleias e golfinhos na costa dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Ela vai se unir a redes semelhantes no Sul e Nordeste, e os pesquisadores esperam em breve formar uma rede nacional, que poderá centralizar as informações de encalhes em todo o país e padronizar o atendimento aos animais encalhados.